Acadêmicas da ALI levam literatura de Ilhéus à Bienal Internacional do Livro de São Paulo
A literatura produzida em Ilhéus esteve presente na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada de 4 a 13 de setembro de 2026, no Distrito Anhembi, por meio da participação das escritoras e acadêmicas Luh Oliveira (Cadeira 3) e Elisa Oliveira (Cadeira 4), da Academia de Letras de Ilhéus (ALI).
Na sexta-feira, 11 de setembro, as duas escritoras participaram, no estande da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU), de atividades promovidas pela Editus – Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Luh Oliveira apresentou A Menina que Gostava do Vazio, enquanto Elisa Oliveira levou ao público A Menina Feita de Mar, ambas obras voltadas às infâncias.
A presença das duas acadêmicas no mesmo espaço também evidenciou a produção literária vinculada ao sul da Bahia e o trabalho desenvolvido pela Editus na publicação e circulação de autores da região.

Ainda na sexta-feira, às 18h, Elisa Oliveira integrou a programação cultural oficial da Bienal, no Espaço Infantil, com uma atividade de mediação de leitura de A Menina Feita de Mar.
A participação da Academia de Letras de Ilhéus prosseguiu no domingo, 13 de setembro, com Luh Oliveira, que esteve, às 11h, no estande da Patuscada , apresentando Pintei a Lua de Jasmim, sua obra de poesia para o público adulto.
À tarde, das 14h às 18h, a escritora participou da programação do estande Escreva, Garota!, com seus lançamentos infantis Goteira de Gatos e Com quem você mora?. Goteira de Gatos ganhou ainda destaque especial no espaço, com a capa da obra estampada em uma das paredes do estande.

Entre lançamentos, encontros, mediação de leitura e conversas com leitores, a participação das duas acadêmicas marcou a presença da Academia de Letras de Ilhéus em um dos maiores encontros dedicados ao livro e à leitura no país.
Mais do que a circulação individual de suas obras, a presença de Elisa Oliveira e Luh Oliveira na Bienal levou consigo um pouco do território de onde suas escritas partem. De Ilhéus para São Paulo, livros produzidos no sul da Bahia encontraram novos leitores e reafirmaram que a literatura grapiúna continua atravessando fronteiras, dialogando com diferentes gerações e ocupando importantes espaços da cena literária brasileira.








